“Lisboa historicamente teve vereadores que projectaram obras, que
pensaram quais eram as necessidades do trânsito automóvel”, avaliou
Marina Ferreira, acrescentando que a cidade “infelizmente nunca foi
pensada no âmbito da mobilidade”. Um problema que em seu
entender se arrasta desde que a Carris e o Metropolitano de Lisboa
foram nacionalizados.
pensaram quais eram as necessidades do trânsito automóvel”, avaliou
Marina Ferreira, acrescentando que a cidade “infelizmente nunca foi
pensada no âmbito da mobilidade”. Um problema que em seu
entender se arrasta desde que a Carris e o Metropolitano de Lisboa
foram nacionalizados.
Desde aí, diz a ex-autarca e antiga presidente da Autoridade
Metropolitana de Transportes de Lisboa (AMTL), “a câmara pura e
simplesmente virou as costas aos transportes públicos”, que passaram
a depender de um Estado preocupado “com a racionalidade económica
e não com a mobilidade”. “Lisboa é a única cidade do mundo em que
há um afastamento total entre a autarquia e os transportes, e essa é
uma situação que tem de ser invertida”, sustentou Marina Ferreira.
Jornal Público, Novembro 2014
Metropolitana de Transportes de Lisboa (AMTL), “a câmara pura e
simplesmente virou as costas aos transportes públicos”, que passaram
a depender de um Estado preocupado “com a racionalidade económica
e não com a mobilidade”. “Lisboa é a única cidade do mundo em que
há um afastamento total entre a autarquia e os transportes, e essa é
uma situação que tem de ser invertida”, sustentou Marina Ferreira.
Jornal Público, Novembro 2014
Concordo que em geral é melhor a política dos pequenos passos: os erros também são pequenos e há tempo para corrigir. Mas neste caso estamos diante de uma emergência médica. Ouvi falar em 16 mil milhões de euros de passivo! E em crescendo. O doente está a esvair-se em sangue e é urgente a intervenção cirúrgica. Primeiro, é preciso estancar a hemorragia crescente e só depois de garantir a sobrevivência é que poderemos pensar nos “pequenos passos”. Não é uma revolução, é uma intervenção de emergência.
ResponderEliminarE o tempo foge. E quanto mais tempo demorar mais riscos corre o paciente...
Neves da Silva